Guia de implementação de landing pages de alta conversão
O que fazer, na ordem, pra montar uma página que vende. Separado em três trilhas — produto físico, digital low ticket e digital high ticket — com checklist de implementação em cada uma.
Esse guia é sobre o que fazer, na ordem, pra montar uma página que vende. Não é sobre design bonito. As páginas que mais convertem no Brasil são feias, e as mais premiadas quase nunca aparecem em lista de faturamento.
Antes de qualquer coisa, entende o princípio que governa o resto: a página não começa na página. Ela começa no anúncio. Se o criativo promete uma coisa e a página abre com outra, a pessoa sente que caiu no lugar errado e sai antes de ler a primeira linha. Isso é a primeira camada do funil, e é a maior alavanca parada na conta da maioria.
O guia tem quatro partes. A base vale pros três tipos de produto. Depois cada trilha tem o que muda e um checklist de implementação no fim.
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A base que vale pros três
Dez coisas que não mudam, seja qual for o produto.
1. Continuidade entre anúncio e página
A pessoa clicou por causa de uma promessa específica. A página tem que continuar aquela frase, não recomeçar a conversa. Mesma palavra, mesma imagem, mesmo ângulo. Se o anúncio falava de dor nas costas, a página não abre falando de bem-estar geral.
Sintoma de quebra: CTR alto e conversão baixa. Muita gente clica, quase ninguém compra. Nesse caso o tráfego está fazendo o trabalho dele. Quem falhou foi o encontro entre as duas peças.
2. O teste dos cinco segundos
Abre a página, conta cinco segundos, fecha. Se a pessoa não consegue dizer o que é, pra quem é e o que fazer, a página falhou. Começa pelo problema que ela vive, não pela característica do produto.
3. Nível de consciência decide o tamanho da página
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